Sem

julho 16, 2015



Não passas de um labirinto
De ruas desenhadas,
Sinuosas,
Incertas.
Um labirinto distante
Que oiço ao longe
Como se do mar se tratasse.
Perdi-me
Algures nas nuvens
Que te cobriam
Num qualquer dia de Verão.
Percorri caminhos
Às escuras,
Cuidadosamente tacteando em meu redor.
E depois,
Precipitei-me,
Movida pelo medo
De querer ficar.
Não olhei para trás.
Perdi-me de amor por ti
Lenta
E abruptamente.


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