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Já não me recordava da sensação
De percorrer aquelas ruas
Com tantas histórias por contar.

Incrível, 
Como as ruas,
(As mesmas ruas),
Podem contar e recontar novas histórias
A cada dia que passa,
Dentro de nós.

Distanciei-me
E acabei por me aproximar
Ainda mais.

As ruas já não sabem a saudade,
A nostalgia,
Ou a um qualquer sentimento miudinho 
Que mói sem ferir.

Não!

Hoje as ruas sabem a certezas, 
A esperança,

E a amores por construir.

Não importa onde eu estou
Ou onde tu estás,
Somente onde o Amor está.
E o Amor...
O Amor vive em Nós.

O Amor vive nas minhas praias,
Nas minhas falésias,
E nas tuas ondas.

O Amor vive nas casas modestas,
Nos palácios acolhedores,
E nas boas famílias que me rodeiam.

O Amor vive nas montanhas,
Nas planícies e nos rios.

Vive nas cidades 
Que te conhecem,
Melhor do que eu.
Mas que te não vêem
Da forma como eu te vejo:
Transparente.

O teu Amor é transparente 
E cristalino,
Mas não quebra.
O teu Amor é como um vaso ruim,
Uma erva daninha teimosa,
Uma folha de árvore persistente...

O teu Amor...
Perdoa-me, Amor!

Nada disto 
Era o que eu tinha em mente!
Nada disto
Espelha o que o meu coração sente!
Nada disto
É senão fruto da mente
Que fraqueja
Ao ver um Amor tão puro,
Tão sincero,
Tão belo...
Tão fairytale.

Somos
O mais perfeito exemplo de um fairytale
Prestes a florescer.

E, sabes que mais?
Que se danem as palavras!
(Pro Diabo com elas!).

Palavras são nada,
Gestos são tudo,
Olhares são lucidez
E presenças
Amor com timidez.

Dá-me a segurança de eu que preciso.
Promete-te uma vida inteira ao teu lado,
Jura-me fidelidade,
Respeito,
Amor,
Segurança,
Estabilidade.

Jura-me:
Que nunca dormiremos brigados,
Que mesmo amuados,
Daremos as mãos
E dormiremos abraçados.

Jura-me:
Que se for pra discutir feio
Não sais porta fora,
Antes pedes uma pausa 
E de seguida fazemos amor.

Jura:
Que quando o não  quiseres,
Mo dizes com todas as letras.
Não te contenhas!
Explica-te,
Explica-me,
Esclarece-nos.
E volta pra fazer amor como se fosse a primeira vez.

Aquele caminho

Era sempre Domingo
E mil os afazeres.
Domingos...
Corria para casa
Na esperança de me veres.

Os meus dedos procuravam-te,
Percorriam-te
Mas eu não achava forma de te tocar.

Estavas sempre
À distância de um olhar
E eu somente te tocava
Quando te não conseguia tocar.

Foste perfeito em tudo,
Na proximidade perfeitamente cuidada,
No mistério que se revelava,
No silêncio que nos aproximava
E nas ausências
Em que eu mais te amava.

Deste-me tempo e espaço,
Espaço e tempo,
Tal e qual eu precisava.
E, assim, o Amor voltava.
Soubeste-me ler o invisível
Aos teus olhos cor de mel.

Era sempre Domingo,
A vida corria e passava por mim
Porque nada mais importava
Do que a Segunda:
A primeira da Segunda.

E o teu silêncio beijava,
O teu corpo escutava,
A tua mente ondulava,
A tristeza já não era tua,
Nem minha.

A mente ondulava
E o coração sossegava cantando.
Sussurrava-te 'Amor' ao ouvido,
Sussuravas-me calor, com carinho,

E, foi de carinho em carinho,
De calor em calor,
De presença em ausência
E de ausência
Em presença mais forte, decidida,
Consentida,
Que te fiz Meu Amor.

Quero-te por inteiro,
Tal como és.
Quero-te com todas as tuas imperfeições
Que em ti são ornamentos,

Quero-te
Com a vontade de ficar
E nunca mais partir
Sem contigo te levar.

Basta de metáforas,
De eufemismos,
De receios,
Ou pessimismos!

Volta,
Que no coração te carrego
Como o mais belo dos príncipes.
Volta,
Que eu viro o Mundo todo do avesso,
Se preciso for,
Para merecer ser a tua princesa.

Volta,
Chama-me tua miúda,
Chama-me tua menina,
Chama-me!

Chama-me,
E vem!
Vem que somos eternos
E juntos paramos o tempo!

Volta,
Mas fica.
Porque quem ama fica,

"E Amar como eu Te Amo,
Só uma vez na vida"

Até nós

Vens até mim?

Se eu chamar o teu nome
Com carinho,
Vens até mim?

Devagar,
De mansinho,
Sem que te veja aproximar,
Vens até mim?

Se eu te pedir para me encontrares,
Vens até mim?

Se eu corar de vergonha,
Se encarar o chão,
Ou esconder os olhos no ecrã do telemóvel,
Vens até mim?

Se eu não tiver palavras,
Se não te sorrir nos primeiros segundos,
Se mantiver a distância,
Vens até mim?

Se a voz me falhar,
Ou se tremer,
Se eu falar baixinho
É com medo de te perder,

Então,
Vens até mim?

Se eu te olhar
E pensar que o que vejo
São imperfeições,
Ignora os meus pensamentos...
Vens até mim?

Se me ligares 
E eu não atender,
Por não saber o que dizer,
Finge que disse
O quanto te quero bem
E que te quero feliz;

Sabe
Que quero
Mais do que tudo na vida
Fazer-te feliz

Quero
Ser o motivo
De imensos sorrisos lindos,
Dos teus imensos lindos sorrisos,

Quero
Ser tua,

Vens até mim?

Amo-nos

Devemos terminar onde começamos.
Dás-me a mão, agora?

E seu eu fugir,
Agarras ao de leve?

E se eu tremer
Apertas-me com a força
Da meiguice
Que trazes guardada no peito?

Se nos cruzarmos
Anulas o espaço que existir entre nós?

Se o corpo vibrar
Damos, desta vez,
Todos (os) nós?

Se a coragem falhar,
Tentamos de novo
E de novo
E de novo
E de novo
Novo 
Novo
Novo
...
Tentamos para sempre
Até acertar.

Somos tão certos um para o outro
Que até custa acreditar.

Amo-te, Amor,
Daqui
Até ao teu mar

Amo-te
E sou
Onde queres estar.

Amo-te
Da forma mais simples,
Mais ingénua,
Mais doce,
Mais terna,
E mais pura,
Que é possível Amar.

Ninguém ama como nós.

Amo-(nos).

Do Amor

Quando duas tristezas se unem e formam duas felicidades.
Diz-me, meu Amor, quando a fundimos numa só?

'You're Still The One'




Looks like we made it
Look how far we've come, my baby
We mighta took the long way
We knew we'd get there someday

They said, "I bet they'll never make it."
But just look at us holding on
We're still together, still going strong

(you're still the one)
You're still the one I run to
The one that I belong to
You're still the one I want for life
(you're still the one)
You're still the one that I love
The only one I dream of
You're still the one I kiss good night

Ain't nothing better
We beat the odds together
I'm glad we didn't listen
Look at what we would be missing

They said, "I bet they'll never make it."
But just look at us holding on
We're still together still going strong

(you're still the one)
You're still the one I run to
The one that I belong to
You're still the one I want for life
(you're still the one)
You're still the one that I love
The only one I dream of
You're still the one I kiss good night

You're still the one

(you're still the one)
You're still the one I run to
The one that I belong to
You're still the one I want for life
(you're still the one)
You're still the one that I love
The only one I dream of
You're still the one I kiss good night

Obrigada, Meu Amor*

3 words, 1 feel

Hoje eu tenho .

Coisas boas estão por vir*







Fé, Gratidão e Amor no coração*

To love


"Yes, of course

I remember, how could I forget (how could I forget)?
How you feel (how you feel)?
You know you were my first time (time).
A new feel
It won't ever get old, not in my soul,
Not in my spirit, keep it alive (spirit, keep it alive)

We'll go down this road
'Til it turns from color to black and white

Or do you not think so far ahead (ahead)?
'Cause I've been thinkin' 'bout forever (Oooh, oooh)

Or do you not think so far ahead (ahead)?
'Cause I've been thinkin' 'bout forever (Oooh, oooh)"

Pede-me

As tuas mãos nos meus cabelos

Não mexi um só músculo.
O vento fê-los deslizar
Por entre os teus dedos de amor.

Era como se perdesses 
A tua própria vida...
Aquela vida
Tão frágil e tão efémera
Que seguravas por entre os teus dedos,
Tão belos.

A minha respiração acelerava
À medida que a tua alma gritava por mim.

Principiou a chover,
E nós deixamo-nos inundar.
Permanecemos inertes
Enquanto os nossos espíritos
Se abraçavam
E bebiam o néctar da imortalidade
Que nos permitiria sermos eternos.
Num Amor só nosso,
Tão nosso...
Que jamais outro Humano seria capaz de compreender.

Nós não somos Humanos:
Somos deuses.
Desde o dia em que se cruzaram os nossos olhares,
Fomos deuses!

Fomos deuses
Que se amaram
E nunca mais deixariam de se amar.

Fomos o que somos,
Mas não somos o que fomos.
Hoje, somos mais.
Somos um
Que se fundiu 
E que pede para se multiplicar.

"És onde quero estar".

To the Love of my life*

2 a.m.

O mundo está repleto de pessoas
Cujo rosto não vemos.
As ruas,
Cansadas de gente
Que se assemelha;

Os caminhos gastos
Pelos mesmos sons,
Pelas mesmas roupas,
Pelos mesmos reflexos
Nas gotas
Das enchentes
E das cascatas
Das lágrimas
Que eu não chorei.

A chuva já não cai lá fora.
Nem cá dentro.

Perdeu-se o Inverno
Que se instalara outrora em mim.
Mas chove...
Oh! Chove torrencialmente,
Sempre que tu não estás em mim.

Chove...
Chove nunca!
Porque de mim
Sais nunca.

Insanidade?
O amor é insano,
Tempestuoso,
Inconstante...

O amor é o tumulto da alma,
O ferver da paixão...
O amor é...
Desilusão.
E ilusão,
Um sobe e desce
E um avança e recua 
De emoção!

Mas o Amor...


O Amor
Não.































Amor

Gratitude ❀

Meu Anjo, Obrigada!

Quero que leias isto
E que tenhas a certeza absoluta
De que eu nunca na vida
Escolheria outra pessoa
Para cuidar de mim.

You are The Best!
The Very Best!

To the Best Human I've ever known or ever will*

«Gosto de ti e daí?»

"Até certo ponto foi difícil admitir, não sei se por medo, por orgulho ou simplesmente por achar que não seria a hora certa.
Dizer a alguém o que sentimos nunca é fácil, receamos a sua reacção, temos medo que não seja recíproco, ou somos demasiado orgulhosos para dar o braço a torcer e admitir que está a acontecer, que estamos realmente a gostar de alguém.
Quantas vezes perdemos momentos e pessoas por pensar demasiado e não dizermos e fazermos o que sentimos e o que queremos? Pois, várias vezes suponho.
A verdade é que eu não sonhei em ter-te, quanto mais em perder-te, isso assusta!
Hoje posso dizer que és das melhores pessoas que alguma vez conheci, há algo em ti que me fascina, algo que me faz gostar de ti, sim gosto de ti! Pelo jeito que és, pela maneira que me fazes ser e sentir, por me transmitires a tua confiança e determinação, por não me deixares mesmo quando o meu mau humor aparece, pela tua mensagem diária que me faz sorrir por muito mal que esteja, por demonstrares a tua preocupação comigo. Tudo isto faz de ti alguém que vale a pena ter por perto, alguém que vale a pena valorizar.
Hoje só quero que saibas que sem medos direi que estarei aqui, sem medos lutarei para não ficar sem ti, sem medos quererei que estejas perto de mim, sem medos direi que gosto de ti.
Gosto de ti e daí?"

Francisca Coutinho, in

Gosto de ti e daí (Sabes Muito).

Momento Certo




















Eu sou feita de Sol,
Sou feita de Amor,
De Simplicidade
E de Sorrisos.

Eu sou feita de Sonhos,
Sou amante de Detalhes,
De Simpatia,
De Bondade,
De ... Pureza.

Sou
A Pureza leve
Do turbilhão de sentimentos que sinto.

...

Está na hora*

Minha quimera, que renasces em mim


Fiz do teu corpo a tela que eu sempre quis pintar, 
Da tua alma, 
O mistério que eu sempre ansiei desvendar.

Tu, o meu mistério predilecto.
E eu, 
Um enigma errático que escapou a toda e qualquer espécie de lógica.

Se me detive e se medi cada palavra, 
Foi somente por te ter querido, 
Sempre.

Sempre quis conhecer alguém como tu.
Não falo das roupas que vestes, 
Do teu cabelo rebelde, 
Das meiguice que quis ver no teu olhar.

Não falo sequer desse teu sorriso delicioso, 
Do teu jeito naturalmente sedutor 
Ou da tua pele sempre morena.
Não, nada disso.

Gosto da tua genuinidade. Sem floreados.
Esperei toda a minha vida
Por alguém como tu, 
Que me salvasse deste tédio dos dias sempre iguais, 
Das manhãs invariavelmente frias e, 
Sobretudo, 
Das minhas mãos vazias e errantes, 
Que, afinal 
Sempre procuraram as tuas.

Segura-as com firmeza, meu amor, 
Pois já não tenho dúvida alguma.

Sei que sou
O livro aberto 
Que procuras.

Oxalá não seja tarde, 
Que o amor se não acobarde,
Ainda antes de amadurar.

Gratidão, May

Maio,
Ainda agora começaste e já te apresentas como o mês dos capítulos encerrados. E isso pode ser bom.
Encerrar um capítulo significa abrir espaço, caminho, alma, mente e coração para algo que ainda está por vir: para um capítulo melhor.


(E se não for melhor?
E se as pessoas não forem diferentes?
E se não existirem pessoas boas? ...


E se...?)



Nem todos os términos implicam lágrimas. Nem todos os gestos de "adeus" acarretam saudade. E está tudo bem. É uma sensação de muita leveza compreender que algo na minha vida pode terminar sem que eu fique com saudade: não com aquela saudade-carinho, mas com aquela saudade-nostalgia, que nem sempre dói, mas mói.


Encerrei dois capítulos e não me custou. Não doeu. Não sinto, por agora, saudade. Sinto falta do desafio. Mas sei que se avizinham novos desafios, experiências que me tirem da minha zona do conforto sem remexerem muito nos meus princípios essenciais...

(Tive de "suspender" temporariamente a redacção deste post para recarregar baterias).



Está mais do que na hora de manifestar a minha Gratidão. 

Pela Vida que tenho,
Pelas Pessoas que comigo a compartilham,
Pelos gestos de Carinho,
Pela Compreensão,
Pelo Companheirismo,
Por aprender todos os dias a apaixonar-me por um local repleto de pessoas lindas e que enriquecem a minha vida de uma forma única e extremamente especial, é indescritível a forma como me vão enchendo o coração!!
Pela protecção;

Pelos Sonhos que dentro de mim florescem,
Pela enorme vontade de Viver que tenho, todos os dias! Sou abençoada e feliz.

E eu só sei que não preciso de mais nada, rigorosamente mais nada...

Todavia,

Ainda quero muito. Porque sou e sempre serei uma sonhadora e uma idealista.

Quero-te muito, Vida! 





Grace

I am blessed.


I am blessed,
Therefore,
For the very first time,
I can feel
Grace.


Feliz!

Obrigada, à primeira pessoa que me deixou de sorriso no rosto hoje! 😄

Lembram-se?

TVD














Foi um dos momentos mais intensos de toda a série.
A Elena ainda estava ligada ao Damon - através do Sire Bond -, então ele pediu-lhe que desligasse. E ela desligou. A dor desapareceu do seu rosto. Quase que como por magia. Foi fenomenal ver a sua expressão alterar-se.


Já não sou essa garota. E não podia estar mais orgulhosa!


Bom dia, Guerreiras Lindas 😘💋

Incomoda-me!

Estou a ler, digo, a degustar partes da obra «Fragmentos de um discurso amoroso», de Roland Barthes e cheguei à parte em que o Autor aborda o Suicídio, da seguinte forma:


p. 185.

Toda a ideia é, para mim, absurda. Absolutamente absurda!
Incomoda-me. Incomoda-me demasiado que se profane o Amor desta forma.

Quem nunca quis morrer?

Mas morrer de amor?
Morrer por amor?
Por causa de... amor? Absurdo!

O Amor é somente Vida e Luz.

Eu já quis morrer.
Eu já tentei morrer. Eu preparei todo o acto e iniciei meticulosamente a sua execução. Eu levei a cabo a tarefa durante penosos minutos, consciente da merda gigantesca que estava a fazer e, simultaneamente, revoltada porque não conseguia mais viver assim.

E foi o amor - o Amor - que me salvou de mim.
Eu nunca tive o seu corpo. Nem sei se algum dia conquistei o seu afecto. Mas o Amor que sentia por ele impediu-me de continuar. Quem ama não morre nunca, nem física, nem espiritualmente.
Eu serei eterna no Amor que senti,
Nos Amores que ainda quero sentir.
E esses Amores serão eternos em mim,
Tornando-me, consequentemente, um ser eterno.

Não compreendo o suicídio por amor. O suicídio por amor é uma mentira. E o suícidio pela falta de amor é uma mentira ainda maior.
















May, dear May

Bem-vindo, Maio!

Estou triste e por isso quero que te inicies com Alfazema. A Alfazema recorda-me sempre algo triste, algo que dói e que nos abandona. Mas, até a sua tristeza é bela, por isso, Alfazema também significa, para mim, Esperança, Renovação e, quiçá, Recomeços.

Deixo-vos com uma música que nos toca no coração:



Os meus desejos para Maio:

Amor, com "A" grande;
Equilíbrio (corpo, alma, mente e espírito);
Felicidade (a que for possível ,não peço mais do que isso);
Novos Sonhos
Mais bondade (quero mergulhar na bondade das pessoas e quero perder-me nos seus sorrisos e gestos de carinho).

Que sejam grandes, gigantes, imensuráveis, monstruosamente avassaladoras... todas as coisas boas com a que a Vida nos pode brindar. Deixem-se inundar.

Atenção meninas!

Gente linda - meninas em especial - escutem com atenção... e lembrem-se:

"E moça, esquece! Não vale a pena. Ele não te merece, certo?"










Cliquem no link e escutem com a Razão.


E... lembrem-se: nós somos fortes*

E se der vontade de chorar no final, escutem isso aqui*



5 Shades of Pain...

Amar as letras

me
Olá, o meu nome é Felicidade. Amo a Vida como quem ama o Amor. E amo o Amor como quem ama Deus.
Fui "treinada" para assassinar as palavras. Tornei-me implacável. 
Romanticida.

Troquei o afecto por uma frieza arrogante que apenas me trouxe solidão. Da solidão fiz a minha independência. Da independência fiz um Inverno que eu logo incendiei.
Estou proibida de ter sentimentos. Digo, sou proibida, pois não os posso ter.
São, assim, os assassinos do Amor.

Desmonto-te, como se fosses um puzzle que alguém carinhosamente compôs. Só para estudar cada uma das peças semi-indecifráveis que te compõem.
Sou o vento e a luz.
A maresia e os relâmpagos.
A tempestade e as auroras boreais. Porque sou, mais do que sou, aquilo que eu quero ser.

Aprendi que na vida tudo depende. Excepto eu.
Eu não dependo. 
Eu torno dependente. 
Dependem de mim todas as letras moribundas às quais eu faço uma espécie de reanimação espirito-fundamental. É essencial encontrar o fundamento, os contrastes, os absurdos, e adoptar a posição que nunca ninguém adoptou.
Assim, assassino mil palavras para dar à luz uma só, e faço dela o meu mote e o meu mantra.

Assassino
Lenta e dolorosamente
Todo e qualquer amor pequenino, ameno e insípido. 
E das cinzas construo um Amor maior, mais resistente, resiliente e Imortal.
Mas eu não posso Amar! O Amor é-me proibido! E, somente por isso, eu Amo até mais não.

Olá, o meu nome é Sem-regras.
Não sigo o rebanho ou a escravidão da dormência sentimental em que caem os corpos nus.
Rasgo as palavras. Para que servem as palavras?!

Tento impor conteúdos através da beleza exótica de algo em que eu nem sequer acredito.
Sedutor?

Já nada me seduz! Estou farta. 
Quero que o Impossível viva em mim outra vez. E quero morrer.
Quero morrer, e saber que do outro lado tu me darás a mão.

Todas as palavras que te não disse
Foram beijos,
Da minha alma para a tua:
Incorpóreos,
Difíceis,
Irresistíveis.

O tempo

É, sem dúvida, muito mais fácil, quando sentimos que encontramos o céu e depressa nos estatelámos no chão.

O problema reside, na maioria das vezes, nesse tempo maldito, que é somente tempo. Esse, que nós criámos para dar corda ao relógio. O tempo e a invenção do tempo...

Por vezes, subimos degraus sem pressa de chegar, com um receio dessentido de não avançar nenhum deles. Queremos, muito mais do que chegar ao cume ilesos, dar passos seguros e eloquentes, que não nos permitam cair daí abaixo.

Ridículo pensar que quando se sobe devagar dói muito menos!
Não dói.
Chegámos ao topo, passado algum tempo, e demora. Demora até que nos habituemos a enxergar com toda aquela luminosidade.
E do nada, caímos.
Caímos e estatelámo-nos no chão. Outra vez. Prometemos que esta foi a derradeira. Porque doeu e foi demasiado.
Foi tudo demasiado.
Sem que, contudo, tivesse sido repentino.

O tempo e a magia do tempo, a quem não atribuímos... valor algum.

Não subo mais,
Não levito nunca mais,
Não vou degrau a degrau,
Pé ante pé,
Nem escalo montanhas e cumes  
Por ninguém.

Doeu demais.
E as lágrimas deixaram o pavimento
Eternamente escorregadio.

E eu, que não acreditava no Destino,
Estou sempre, irrevogavelmente,
Destinada a cair.

Tenho o coração esfolado,
E isso é apenas um eufemismo!
Um maldito, doente e trocista...
Eufemismo.
Nem sinto raiva.
Não sinto nada.
Estou dormente e dói-me o corpo todo.
A alma em sangue,
A mente pesada...
A cabeça descrente...

Dói.
Dói demais.

Make it stop,
Please!
Just-make-it-stop.

It hurts. More than ever.
More
And more...


So

Much

More.

Inocência

As palavras ecoavam na minha cabeça
E eu não encontrava uma forma
De compreender o seu sentido,
De despi-las da sua lógica tão intrínseca
E tão evidente,
Mas que me não cabia a mim assimilar.

Tentei memorizá-las,
Como se memorizasse um poema que,
Mais tarde,
Viria a debitar numa vulgar folha de papel.

Senti algo a inflamar-se dentro de mim.
Urge o impulso de me levantar
E descer as escadas,
Quase a galope,
Como quem corre para abraçar um Amor
Há muito não visto.

Peguei no cartão de débito 
E comecei a dirigir-me à caixa multibanco, 
Devagar
Muito devagar,
Nem sei bem porquê.

Vi-te, resplandecente,
Acompanhado de mais um dos teus amigos
Que eu julgava ser de circunstância.
Ambos belos,
Ambos senhores
Eloquentes, imponentes...
E belos.

Subi a escadas desorientada
E voltei a cruzar-me contigo no andar superior.
Desta vez, coloquei a minha pose mais sedutora,
Ergui o peito e enchi-o de ar e de coragem,
Levantei um pé e,
Depois,
Ergui o outro
Leve e sedutoramente.

Subi os degraus o mais devagar que consegui.

Envergava um vestido
Que mais parecia um camisolão,
E deixei...
Deixei que apreciasses cada centímetro das minhas coxas
Perfeitamente torneadas
À medida que eu subia aqueles degraus indecentes,
Devagar,
Mas tão devagar,
Como se o tempo ali tivesse parado.

Só para mim.

A transbordar!

Não existem palavras capazes de descrever a forma como o meu coração transborda de alegria quando percebo que tenho em meu redor pessoas boas, genuinamente boas. Que estão dispostas a dar: somente dar.
Quando menos se espera e sem que tenhamos feito algo para "merecer" ou "conquistar" isso, essas pessoas conquistam-nos com as suas atitudes.
E é isso que me faz acreditar na Humanidade; acreditar que ainda existem pessoas lindas; e são essas pessoas que me proporcionam, através dos seus "pequenos" grandes gestos, recordações felizes que eu levarei comigo vida fora, Mundo fora... quem sabe!
Obrigada, a todos os que me fazem transbordar de Amor e de Alegria. Obrigada! 💓

(À minha melhor amiga/conselheira sentimental/segunda mãe/"psicóloga" - pela paciência infinita, pela preocupação, pelo carinho e por me acolher no seio da família dela, quando eu mais precisei;

À minha grande amiga de infância, que cresceu comigo e que ainda me conhece melhor do que ninguém e me tenta sempre orientar para que faça melhores escolhas - as que são as melhores para mim e que me permitirão evoluir mais e, acima de tudo, evoluir de uma forma feliz;

Às minhas amigas de copos, confidências, de estudo, de tudo e mais alguma coisa, de quem eu morrooooo de saudades;

Às colegas lindas que se revelaram uma surpresa pela sua humildade e pela forma aberta e simples com que me acolheram. Um obrigada muito especial à que me introduziu o termo "paroleca", que eu  simplesmente, adorooooo;

Às minhas maninhas e à minha madrinha, pelos momentos de muito riso, companheirismo e também de lágrimas, não de tristeza, mas de emoção. Que belas noites de praxe passámos juntas!

À minha amiga mais recente, que é a minha tagarela favorita e a melhor companhia para qualquer programa; aquela que tem sempre, mas sempre, as melhores peripécias para contar e que, acima de tudo, se sabe rir delas... tanto ou mais do que eu xD;

Ao meu anjo da guarda, por estar sempre presente nos momentos de tristeza, de solidão ou quando a coragem me falhou. Por ter sido a maior motivação que tive na vida para superar todos os obstáculos e ser a melhor pessoa que eu conseguir ser. Tu sabes que um dia foste o meu Tudo! Ser-te-ei sempre, mas sempre, grata e nunca conseguirei retribuir tudo aquilo que fizeste por mim. Salvaste-me de mim. E isso não tem preço!

Aos amigos dele, por serem o mais queridos que poderiam ser e por me fazerem companhia;

Ao meu colega favorito, por ser quase tão "esquisito" quanto eu; pelo companheirismo, pela ajuda, pelas boas risadas, pela partilha e por não se chatear por eu o gozar tanto. Não vais ler isto, mas... eu gozo contigo porque no fundo gosto de ti, mio compagno! Vou tentar pegar leve, prometo!

À minha colega que acabou de me salvar a "vida" e a sanidade mental ao ajudar-me com a coisa mais stressante e mais importante que eu tenho em mãos neste momento;

À minha Orientadora por ser a melhor conselheira de sempre, por ser super amorosa e super acessível e por dar sempre as dicas que melhor me ajudarão. Obrigada pelo carinho e "amizade", com que no fundo, me trata;

À minha Professora favorita, pelas história partilhadas, pelo seu sentido de humor incrível, pelo seu à-vontade e, acima de tudo, por ter paciência para aturar as mil perguntas que lhe faço por aula, em especial as que começam com "Mas por que é que....";

Ao Professor Daniel Serrão, que espero que esteja no seu eterno e merecido descanso. Por ter marcado a minha vida de uma forma tão única e tão especial, pela sua genialidade, bem como pela sua enormíssima humanidade. E eu nem sequer tive a oportunidade de demonstrar lhe demonstrar isso. Pessoas, Pessoas Grandes, deveriam ser eternas!;

E a todos os "desconhecidos" que me brindam, quase diariamente, com gestos de simpatia e de gentileza.

Experimentar Viver

Em Outubro do ano passado, escrevi um post  sobre depressão - este, com o nome Faith (Fé).
Quem me conhece sabe que eu nunca aceito algo que me seja imposto. Como tal, também não aceitei o facto de ter depressão. Como é que seria possível - eu - ter depressão?
Volvidos 6 meses eu ainda não estou certa de ter compreendido o que se passou. Sei que não foi tão mau assim e que passei por muitas coisas pelas quais não deveria ter passado devido à sobre-medicação que me foi imposta.
Um dia, decidi que tinha chegado a altura de recuperar a minha vida: o que se segue não deve ser tomado como exemplo, porque apenas funcionou comigo porque eu sabia - com toda a certeza - que algo estava errado e que não necessitava de tomar tudo aquilo - o que veio a ser confirmado por uma médica muitíssimo mais competente.
Deixei de tomar dois dos três medicamentos que me tinham sido prescritos.
E voltei a viver.
É verdade! Recuperei o raciocínio, a memória, a capacidade intelectual em geral, a força, a vontade de viver. Tudo em mim renasceu! Não levou um dia. Levou uma semana. Em uma semana eu comecei a sentir que me tinha de volta. E toda a gente reparou nisso, só não sabiam o porquê de eu estar assim tão bem, quase feliz, de sorriso no rosto e solta como outrora eu fora.

Hoje, meio ano depois, fico contente por ouvir tantas, mas tantas vezes "quem te viu e quem te vê" e "tu estás tão bem", "olha-se para ti e vê-se que estás mesmo bem", "mais sorridente, mais simpática", etc - tudo isto vindo de um profissional de saúde qualificado e experiente.

A razão para estar a partilhar isto tudo... bem, na verdade existem duas razões.
A primeira é que - se Iemanjá quiser - terei a minha última consulta, antes do controlo, no mês que está prestes a começar. Pouco depois, se tudo correr bem, irei deixar o único antidepressivo que tomo - que é um medicamento super vulgar que os estudantes tomam apenas para ficarem mais relaxados e concentrados, mesmo aqueles que nunca passaram por um período depressivo. Se não fossem as enxaquecas que teimam em não me abandonar a título permanente, neste momento, já estaria a escrever-vos... livre de drogas (eu sou muito reticente no que toca a tomar medicação de qualquer espécie por isso sei que vou ficar muito melhor quando esse dia chegar).

A segunda razão prende-se com uma pergunta que o mesmo profissional de saúde me dirigiu: se eu sentia que tinha voltado a ser a pessoa que era antes de tudo isto.

E eu - um pouco receosa, o que veio a confirmar-se razoável dado o ar de preocupação dele - respondi:

-Não, não me considero a mesma pessoa.

Porque eu não sou - mesmo - a mesma pessoa que era há 1 ano ou até há 6 meses atrás.
Durante este período, aprendi o que era a aceitação, no que concerne a tudo aquilo que eu não consigo ou posso mudar; perdi 99% dos meus medos; perdi grande parte da vergonha, dos pudores, do medo de falar em público, de não ser aceite ou de não ter a aparência perfeita, apta a encaixar nos padrões elevados de qualidade estética dos locais que frequento.
Aprendi a ter Paz - montes de Paz! Paz, serenidade e tranquilidade. Não quero com isto dizer que toda eu sou imperturbável. Nada disso! Apenas aceito que a vida tem um ritmo próprio, que as coisas aconteceram como e quando deveriam acontecer e que, cada dia, me oferece aquilo que a vida tem para me oferecer. E que apenas eu posso melhorá-lo. E nem sempre isso é possível, mas está tudo bem, porque eu tento!
Aprendi a deixar as mágoas no passado. E ainda estou a tentar aprender a forma correcta de evitar que isso condicione a minha vida, no presente.
Aprendi a não me contentar com menos do que aquilo que eu mereço. Que se eu trabalho para ter algo, então eu espero serenamente que o resultado esperado chegue até mim; e, se ele não chegar, eu luto outra vez e outra vez e mais outra vez; até encontrar um sonho que seja maior do que esse.
Aprendi a expor a minha opinião - às vezes discordante ou somente peculiar - quando comparada com as dos outros. Tenho uma maneira de ser muito única e já não vejo "grandes" motivos para o esconder. Porque quem eu permito que me conheça, gosta de mim assim, com todas as minhas peculiaridades, tempestades e intensidades... minhas. Porque, no fundo, sabem que o meu lado de menininha mimada e teimosinha, também é o meu lado mais doce e feliz! E aceitam-me assim, desse jeito, sem tentar impor uma mudança abrupta de algo que eu não quero mudar... nunca! : a minha incapacidade de me resignar perante a infelicidade. E eu exijo muito! Eu quero muito! Mas eu também sei - querendo - dar muito, mas muito mais do que os outros me dão.
E isso foi o que mais mudou, em mim. Não quero saber, não tô nem aí... Quero dar. Quero dar-me ao Mundo e descobrir os encantos que ele tem para me oferecer.
Posto isto, tenho sonhos maiores (a concretizar no futuro), tenho planos dos quais eu prometo a mim própria não desistir nunca, por maior que seja a vontade de seguir o caminho mais fácil e tenho... Vida! Tenho Vida em mim, novamente. Tenho música, tenho vontade de escrever, tenho... vontade de me pôr bonita - só para mim e só porque sim! -, tenho vontade de ser sexy, independente, livre, solta, quase selvagem... Tenho vontade. Acima de tudo, tenho von-ta-de.
E se me dá vontade... eu vou e faço. Eu vou e descubro. Eu vou e vivo.

E isto, meus amores, isto... não é só recomeçar a viver. Isto é, pela primeira vez na vida, começar a assumir o controlo da minha vida - porque é isso que ela é: a minha única, irrepetível, efémera, mara-vilhosa, linda, por vezes calmaria, por vezes intensidade... esta é... a minha vida! E eu quero MUITO viver! Mais do que tudo... eu quero Viver. E quero
Sempre
Chegar ao fim do dia,
Bom ou não tão bom assim...
Com a certeza de que...
"Foda-se... eu senti o que vivi!". E amanhã há mais para sentir, para viver e para recomeçar.

Mio cuore

Serás sempre o meu lindinho, sabias?
Não importa se foi ela que te deu o nome.
O teu olhar é meu
E o meu coração será sempre teu.

Trocámos juras de amor em silêncio,
Clichês que só faziam sentido connosco.
Nós inventamos toda uma nova
Categoria de chichês,
Numa tentativa infantil de atribuir um nome
Àquilo que sentíamos.

Mas o Amor, 
Meu bem,
O Amor não se pode categorizar.

O Amor...
Terá sempre a forma dos teus lábios
As suas medidas perfeitamente
Encaixadas nas minhas.

Nós,
Que fomos frissons.
Les frissons...
Les frissons violente dans le ventre...

Et dans les jambes...
Des frissons dans tout le corps...


J'aime...

Frisson.

E la pace...
La pace...

Mio cuore.

Do Amor

Meu Amor,
A vida é somente uma
E,
Quer queiramos quer não
É demasiado curta 
Para vivermos todos os nossos sonhos.

Os nossos
Sonhos
Não cabem na palma da mão
Ou sequer
Numa caixa de Pandora
Lacrada a paixão.

Meu
Amor
"Volta pra mim
Porque és tudo o que eu quero
E preciso
E tenho
E quero".

E sabes,
"Aquilo que nós somos
Não precisa
De ser
Contado a ninguém".

Meu Amor,
"Vamos viver nossos sonhos"
À beira mar
Enquanto domas as ondas
E eu as letras.

Meu Amor,
Volta pra mim,
"Volta pra mim
Porque és tudo o que eu quero
E preciso
E tenho
E quero".

Meu Amor,
Sorri, meu Amor!

Sorri como daquela vez
Em que te olhei nos olhos
E redescobri tons
Que nem o céu conhece!
Como são lindos
Os teus olhos!

Sorri, Amor,
Que o teu sorriso 
É o alimento da minha alma.

Sorri 
Como se eu estivesse por perto
E tu quisesses mostrar-me,
Novamente,
Como o teu sorriso é tão feliz comigo.

Sorri,
Meu Amor,
E faz aquele jeito meigo
Com os teus lábios
Com a meiguice tatuada.

Sorri, meu Amor,
Sorri.

Sorri como se fôssemos eternos
Mas volta,
Volta como se fôssemos morrer amanhã.

Desaguar

Vou voltar
Ondas as ondas rebentam mais fortemente,
E o vento não afaga a face,
Antes nos rouba as roupas
Deixando o corpo a descoberto.

Vou voltar
E vou deixar que as curvas
Se prendam no vestido
Que se cola,
Em mim,
Por ti;
Fundindo-se na minha pele
Como a tua pele se fundia outrora na minha,

Sem nos tocarmos.

Vou voltar
De cabeça bem erguida,
Munida de uma semi-imunidade
Aberta, 
Super-humanidade,
Desperta.

Vou voltar.
Não levo o cabelo despenteado
Nem as roupas que não deixam antever
O que era teu.

Vou voltar
E não quero saber
A identidade dos teus amigos,
A dimensão da tua casa,
A posição que sustentas.

Vou,
Tão simplesmente,

Voltar.

Não levo os preconceitos comigo.
Sei
Que nas fendas rachadas da chávena que carrego
Se encontra a perfeição
De um diamante por lapidar.

Sei
Que são fendas
Que não são fundas
Ou imutáveis.

Sei que somos permeáveis,
Um ao outro,
Um no outro
Um sobre o outro.

Desta vez não quero ficar por cima.
Quero estar do teu lado
E segurar a tua taça de champanhe
Sempre que triunfares.

Não será o teu triunfo
Mas o nosso triunfo.
E os nossos triunfos,
Meu Amor,
Valem mais do que todos os tesouros do mundo juntos.

Meu Mundo,
Sei-te de cor...
Já dizia Paulo Gonzo
Nunca canção

Que do Amor
Não teve noção.
O Amor somos nós.