Contem-me tudo!!!

Quero saber quem está aí desse lado e...

 - está super ansiosa/o para ver as 50 Sombras Mais Negras;
- já comprou o bilhete;

- quem acha que não vale a pena gastar dinheiro nisso;
- e quem não suporta o filme!


Ms. Matched

Ms. Matched

Este será certamente um filme especial para quem aprecia a temática do casamento. A protagonista - Libby - é uma organizadora de casamentos de sonho! Por isso se adoram filmes repletos de vestidos de noiva lindos, criados grandes designers; se gostam de saber mais sobre provas de bolos, recheios, e camadas que nunca mais acabam; sobre destinos paradisíacos para a lua-de-mel; sobre catering em geral, iluminação, flores, borboletas... bem, este é o filme indicado para vocês!
Com romance à mistura, claro está.
Mas, apesar de toda a magia, não deixa de ser um filme que nos brinda com um pouco de realismo, ponderação e compreensão. Se virem perceberão porquê.
Um excelente filme para tirar ideias para o futuro casamento (e para nos fazer sonhar um pouco... ou muito ;)) , ajudar a tomar decisões pendentes ou somente passar um bom bocado!
Imdb: 5.3

Tenham uma excelente semana*

Águas do teu mar




"De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita.
Do regalo de terra que teu dorso ajeita.
E dorme serena, no sereno e sonha.

De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita.
Do mato, do medo, da perda tristonha.
Mas, que o sol resgata, arde e deleita.

Há uma estrada de pedra que passa na fazenda.
É teu destino, é tua senda.
Onde nascem tuas canções.
As tempestades do tempo que marcam tua história
Fogo que queima na memória 
E acende os corações.

Sim, dos teus pés na terra nascem flores.
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar.
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras.
Sete lagoas, mel e brincadeiras.
Espumas, ondas, águas do teu mar."

Pequenas Descobertas

Hoje ouvi um barulho que não ouvia há muito: Inner Peace.






























Senti-me em harmonia com todo o ambiente circundante.
Digo-vos uma coisa, a vida resulta.
As pessoas que escutamos, os livros que lemos, as músicas que ouvimos, os filmes a que assistimos, eles moldam-nos. Alteram a nossa forma de pensar.
As palavras são um instrumento poderoso.

Queridos movieholics

Se procuram comédias românticas leves, algo previsíveis mas perfeitas para passar um bom bocado, espreitem a Fox Life! Desde o final da semana passada que a programação inclui uma série de filmes que fogem ao género a que os canal nos habituou, bem, pelo menos agora há mais para ver, além dos filmes baseados nos romances de Nora Roberts e dos típicos policiais com psicopatas de toda a estirpe.

Fica a dica.
Tenham um bom dia. O fim de semana está quase aí!😙

So... taking my chance?

 Arrisco viver. A cada esquina que dobro, de cada vez que carrego a fundo no acelerador, quando me cruzo com um homem que, de alguma forma, me atrai, arrisco viver.
Arrisco viver sempre que subo as escadas sem saber onde elas me irão levar, de cada vez que escolho uma rua ou ruela nova, de cada vez que me deparo com uma palavra cujo significado eu desconheço por completo.
Arrisco viver de cada vez que ultrapasso os limites e não cumpro as regras. De cada vez que faço as coisas à minha maneira porque, no fundo, eu sei que assim é que elas ficam bem feitas. E eu sei isso melhor do que ninguém. Cabe em mim todo o conhecimento que o Mundo tem acerca deste ser tão vulgar e indistinto que eu sou. Só eu sei o que sinto, como o sinto e se algum dia o deixarei de sentir.
Arrisco viver quando digo mil e um disparates e os lanço assim, ao público, como se se tratassem de mil pombas brancas, esvoaçando, finalmente... livres!
Arrisco viver sempre que digo sim, porque o não é anti-vida.
Arrisco viver sempre que aprendo algo novo e o guardo para mim: porque corro o risco de nunca provar a ninguém que o sei, mas a vida não é feita de provas. É feita de desafios e surpresas. Por isso, arrisco viver, sempre que me não dou a conhecer ao Mundo, muito mais do que se me desse, porque isso qualquer pessoa faz. Mas não é qualquer pessoa que se reserva, ainda que as suas palavras a desabrochem tal e qual uma rosa na Primavera.
Arrisco viver de cada vez que desejo ser a rosa de alguém, assim como a do Principezinho, porque um príncipe volta sempre para a sua rosa. Mas eu arrisco mais porque eu não fico à sua espera. Ou vou à luta ou a luta muda.
A vida é feitas de lutas que nunca foram lutas senão aos nossos olhos. Nós convertermos dádivas em lutas porque não gostamos do que vem fácil. E temos a nossa razão, porque "o que vem fácil, vai fácil". E por muito fugaz que tudo seja nos dias que correm, a maioria de nós procura alguém com quem construir um "happily ever after" ou, pelo menos, alguém com quem eternizar aqueles momentos que nos farão sorrir quando formos velhinhos. 
Se a vida é feita de momentos e o que importa é o aqui e o agora, então por que buscamos incessantemente alguém com quem nos imaginemos a envelhecer, a procriar e finalmente... a adormecer?

Sobre estes dias e os amantes

Há quem diga que só as pessoas criativas são capazes de alcançar a felicidade. Um dia, falar-vos-ei sobre Ele. 
Eu não sei.
O que eu sei é que estes dias cheios de vida têm passado a correr e do eu mais sinto falta é das minhas palavras. As minhas palavras, as minhas letras, os meus versos. Sinto-lhes tanto a falta.
Hoje, olho para mim e parece que já nem sei falar de Amor, sobre mim ou sobre coisa nenhuma.
Falta-me a inspiração, a arte e o engenho. Falta-me a coragem, o foco e a ambição.
Há muitos anos que digo baixinho que o que eu mais quero ser "quando for grande" é escritora. Mas como, meu deus? Como?
Não é a paixão pelas letras que me move e que me rouba a respiração. Não faz o meu coração saltar uma batida, nem as minhas pupilas dilatarem de prazer. Não me faz sorrir com o olhar ou então chorar por não conseguir conter tamanha felicidade.
Então, talvez eu não queria mesmo ser escritora.
Talvez eu só queira ser amante. E deixem de lado os preconceitos e conotações negativas. Todos nós somos amantes e deveríamos sentir orgulho nisso.

Vejam:


a·man·te 
(latim amans, -antis, que ama)

1. Que ama alguém.

2. Que está apaixonado por alguma coisa.

3. Pessoa que ama alguém.

4. Namorado ou namorada.


Só em último lugar surge a última conotação do termo., a qual eu omiti aqui. 

Por isso, o que ando eu a fazer?
Acima de tudo eu procuro completude, refúgio, solidão.
Tento descobrir quais as ferramentas que me permitirão manter a cabeça erguida sempre que a vida me desapontar e construí-las com estas duas mãos que vos escrevem agora. Porquê?
Porque eu quero sempre mais. E, neste momento, eu quero mais amor. Mas não antes de encontrar a minha completude, o meu refúgio, a minha solidão.
Só depois terei coragem de viver uma solidão acompanhada e, mais tarde, uma vida a dois (ou mais).
E tudo isto pressupõem abandonar muitas das minhas crenças, questioná-las e quiçá repudiá-las. Mas eu não me quero abandonar a mim. Eu não me quero repudiar. E essas crenças fazem parte da pessoa que eu hoje sou. Mais do que isso, muitas delas sempre fizeram parte da pessoa em que eu me tornei. E eu agora ouso abandoná-las?
É este o caminho para a auto-descoberta?
É por aqui que sigo e no final te encontro?
Vai haver um final, ou sequer um encontro?
Como se encontram os corações?
Como sabemos quando encontramos o coração que bate ao mesmo ritmo que o nosso?
E se ele não existir? Se já tiver partido, ainda estiver por nascer ou viver do outro lado do mundo? 
E se o coração que nos espera tiver sido sempre nosso?
No seio de tamanha complexidade como poderemos ser capazes de discernir a verdade?
Existe verdade, para além daquilo que vemos e sentimos?
Tenho medo de não ser uma das pessoas criativas para quem Ele reservou a felicidade. E se não for? Construo-a eu?

Saldos - The Last One!

Comprei 4 t-shirts lindíssimas por 2 e 3 euros na MO. 
Começo a achar que sou uma pro a fazer achados destes!
O preço anterior era de 8-10 euros.

Violetas Púrpura

Violetas Púrpura (Purple Violets)

Hoje venho falar-vos sobre um romance inesquecível.
Patti e Kate são as melhores amigas e estão presentes na vida uma da outra há mais de 12 anos. No jantar de aniversário de Patti, elas encontram os seus ex namorados. Na verdade, os 4 tinham sido inseparáveis há 12 anos atrás. O ex de Patti é escritor e está no restaurante com o ex de Kate - que é o seu melhor amigo - e com a sua actual namorada, uma jovem de 25 anos revoltada, mal educada e (meio) maluca. O ex de Kate é agora advogado e ela guarda em relação a ele um rancor enorme porque está convencida de que ele a traiu há 12 anos atrás. O ex de Patti é escritor e publicou já vários best sellers. Os dois amigos são milionários.
Patti vende imóveis, mas também foi outrora uma escritora talentosa. Kate é professora.
Patti é casada com um Chef intragável e nada atraente.
O destino acaba por proporcionar um novo reencontro, desta vez entre Patti e o ex namorado da amiga Kate.
Não vou contar mais nada, uma vez que, na minha opinião, este é o melhor romance que vi desde 2015 e um dos melhores que vi em toda a minha vida!
As protagonistas são representadas por Selma Blair e pela linda e com uma personalidade sempre forte Debra Messing. Eles são interpretados pelo super sexy Patrick Wilson e por Edward Burns (a realização e o argumento ficaram a cargo deste último actor. Parabéns para ele, pela obra fantástica!).

Imdb: 6.5


Tenham uma semana muito feliz, cheia de Fé, Paz e muita muita Alegria*
Vivam A-g-o-r-a.

Satisfação plena (ou então não), vocês decidem

Não sei se a ideia de satisfação plena vos é cara ou não.
Acredito que podemos não gostar verdadeiramente de algo e - simultaneamente - gostar muito dessa coisa pela pessoa que nos faz ser e pelo que nos faz sentir.

Isto faz sentido para vocês?
Para mim, começa a parecer-se com uma verdade (ir)refutável.


Lamento a ausência, mas ando "atolada" em trabalho... 
Tenham uma semana feliz, já falta pouco para ser sexta-feira!

Be who you are

Eu não sei onde tu estás. Mas sei que provavelmente este é um dia especial para ti. Espero sinceramente que o seja.
Ainda me lembro de quando te conheci - mesmo sem nunca te ter conhecido verdadeiramente. Sim, tu tinhas razão quando disseste que nós não nos conhecíamos.
Ainda assim, não escondo que foi um misto de carinho e de atracção o que senti, no dia em que te vi, verdadeiramente, pela primeira vez. Mas tu já sabes isto. Quis-te logo naquele momento (desculpa-me), quis poder chamar-te "meu": meu bem, meu Amor, meu namorado, meu... Mas não podia. Por mais especial que eu sentisse que tu eras, eu não podia.
E, quando finalmente achei que podia, não podia outra vez. E outra vez. E outra...
Nunca cheguei a pedir-te desculpas, com sinceridade, pela forma atabalhoada como te abordei. Eu errei.
A verdade é que eu não sou nem experiente nem crente no que toca a estas coisas, do amor...sorry, mas isso não deveria servir de desculpa para a forma como eu me comportei. 
Hoje peço-te desculpas - finalmente!- e é de coração.
Hoje sei que foi errado: foi a hora errada, a forma a errada, foram as palavras erradas aquelas que eu utilizei para te falar. Fiquei triste por seres frio, mas ainda assim foi doçura e compreensão o que eu encontrei mais tarde. És um misto complexo de emoções?! Não sei. Hoje eu compreendo-te. Confundi tudo. Mas, por dentro, tenho quase a certeza de que és tão ou mais intenso do que aparentas ser, ou não? Talvez tenha confundido também isso. De qualquer forma, tu pareces muito mais. Tu és muito mais, não és?
Nunca me esqueci de que foi "a ti" que eu recorri quando só me apetecia escapar deste Mundo. Bem, não a ti, mas a uma ideia de ti, ao sentimento que por ti nutria, ao bem que te queria. E tu, mesmo sem o saberes, deste-me força. Durante muito tempo, foste a minha força e a minha fé.
Eu nunca quis uma aventura. Mas por ti estava disposta a tudo. Mesmo sabendo que tu mereces muito mais.
Ainda hoje, acredita quando te digo que tu mereces o Mundo.
E que - ainda que de alguma forma de doa dizê-lo sabendo que não serei eu a proporcionar-te isso - espero que encontres a tua felicidade.
E, fica sabendo que há alguém, algures, que acredita em ti e que sabe que, se tu quiseres, és capaz de conquistar o Mundo, Basta quereres e seres quem és. Nada mais do que isso.
Agora sinto-me um bocado mal com isto tudo, até pelo facto de estar a escrever este texto e de quão louco isto tudo me parece. Bem, compreendo-te mesmo! Acho que só queria dizer-te... se me permitires:
Sê intenso, sê inteiro, sê pleno, sê feliz. E sorri.

Happy Birthday, 
dear.
With love,
                Mary 

Palavra do dia: comédia!

A Vida Acontece (Life Happens)

Duas amigas vivem juntas - Kim e Deena - e ambas levam um homem para casa. No entanto, quando é chegada a hora de tomar as devidas precauções, uma delas precipita-se e acaba com o stock. Cerca de um ano mais tarde, Kim tem um bebé. E começa toda uma saga de peripécias para conseguir arranjar um novo companheiro. O pai do bebé, inicialmente, partilha as suas responsabilidades, mas Kim já não está num relacionamento com ele e pretende seguir em frente - o que se revela praticamente impossível tendo um bebé nos braços.
O filme retrata as dificuldades que uma mãe solteira tem de enfrentar, o poder da amizade e algum preconceito que ainda existe relativamente às mulheres solteiras com filhos.
Gostaria de dizer algo mais, mas estaria a estragar a imensas surpresas que o filme nos reserva. Terá Kim o seu final feliz?
Óptimo para passar um bom bocado, reflectir, aprender e reconhecer que, afinal, somos todos apenas humanos.

Imdb: 5.6

A Case of You

Sam - um escritor que ainda não atingiu o ponto alto da sua carreira - conhece uma mulher num café - Birdie e, de imediato, fica fascinado com ela. Bem, fascinado ou obcecado... Acaba por procurar o seu perfil no facebook e estudá-lo minuciosamente, de forma a conhecer todos os seus gostos - tudo aquilo que Birdie gostaria de ter no "homem dos seus sonhos" - e tornar-se nisso mesmo! Sim, Sam começa mesmo a realizar todas as actividades que pensa que Birdie aprecia e a conhecer cada uma das coisas que fazem os olhos de Birdie brilhar, mesmo aquelas que ele detesta.
A certa altura, já nem se percebe muito bem se Sam é Sam ou aquele novo homem que ele criou para seduzir a sua Birdie. Será que tudo isto vai acabar bem?
Sam começa a ver-se aflito para conseguir equilibrar o homem que há dentro de si, o homem que ele criou, a antiga carreira, a nova carreira, as novas actividades... Esta nova vida que pode ou não estar a apropriar-se da dele. Será que Sam acaba por imergir no mundo perfeito de Birdie? Ou será impossível para o verdadeiro Sam mudar assim tanto?
Uma história bem interessante e diferente do habitual que nos ensina - através do humor e de alguma "tragédia" - que o mais importante é sermos sempre fiéis a nós próprios acima de tudo e independentemente do que/de quem queremos ter nas nossas vidas.

Na minha opinião falta muita química entre os protagonistas. Geralmente gosto dos filmes protagonizados por Justin Long, mas este par não me pareceu muito feliz.

Imdb: 5.6

So... life

Há quase 4 anos atrás, durante o Verão, eu estava na praia. Estava a chorar como provavelmente nunca tinha chorado na minha vida, enquanto ouvia as mesmas músicas de sempre. Não sei se vocês também sentem isso, mas as músicas também se gastam, sabiam?
Estava a chorar de medo e de tristeza - não sei qual das emoções tinha primazia naquele momento. Estava um caos, um farrapo; sentia-me uma nulidade, um fracasso; sentia-me inferior e desprotegida como nunca me tinha sentido antes. A verdade é que nem hoje eu sei descrever ao certo tudo quanto eu senti naquele dia. Mas, para mim, aquele dia foi o fim.
E o início - de muito sofrimento que estava para vir.
Mas não era isto que eu vos queria contar.
O que eu queria dizer é que, por vezes, encontramos conforto naquele lugar que nos é mais especial.
Não, também não vou falar de conforto, de casa, de lar, de refúgio. Chamem-lhe o que quiserem.
Há 4 anos atrás, eu levantei-me da toalha e dirigi-me ao mar. Estava cheia de vergonha porque não sabia ao certo se o grupo de rapazes que estava perto de mim me tinha visto chorar. Mas segui em frente.
Aproximei-me. Mais. E mais. E mais. 
E senti o rebentar das ondas. O mar estava turbulento naquele dia. Quase que ouso dizer que estava violento. Quase tão violento como os meus sentimentos naquele momento.
Mas eu precisava sentir algo. Precisava de algo que me sacudisse. Precisava de me sentir viva. E, acima de tudo, precisava de sentir algo além da dor.
Hoje escrevo-vos sobre isto porque eu já não sou aquela miúda.
Já não quero sentir o rebentar revolto das ondas no meu corpo para me acalmar. 
Já encontrei outras formas de me sentir viva.
Hoje, eu já não tenho algumas das paixões que eu tinha, naquela época. Mas tenho outras. Ou, pelo menos, tenho sonhos e projectos que guardo com carinho no coração.
Não sei se algum dia sairão do papel e tomarão corpo, moldando a minha realidade à imagem do que eu sonhei.
Mas o que eu sei é que sou feliz.
Não, eu não tenho uma vida perfeita e, ao olhar de alguns, falta-me tanto. Tanta coisa que eu poderia ter e não tenho. Mas será que isso me faz falta? Não faz. Nunca fez. E, se algum dia fizer, eu trato de pôr mãos à obra e alcançar tudo aquilo que me escapou.
Hoje eu sou uma mulher feliz, independente. Sei bem o que eu quero e o que não quero.
Sei quais são as minhas maiores virtudes, as minhas maiores falhas, as qualidades que admiro nos outros e os defeitos que eu não tolero. E, quanto a isso, estou a aprender a tornar-me mais tolerante. Hoje, eu quero menos. Eu sonho menos. Mas, parecendo que não, acho que vivo mais. Vivo mais a vida, no terreno, ao invés de imaginar cenários idílicos que eu não sei se se concretizarão ou não.
Já não sou uma menina sonhadora. Mas espero vir a ser uma mulher empreendedora.
Não sei bem o que vou fazer, qual o caminho que vou seguir, mas tenho pistas. Aprendi a colher as pistas que a vida deixa no meu caminho e a equilibrar pensamento e intuição. Ainda não sei qual das duas está certa e começo a considerar que ambas não vivem uma sem a outra.
Sou um projecto inacabado. Não somos todos?
Costumava ter muitas vezes a sensação de estar a "desperdiçar vida". Não queria fazer isto ou aquilo porque "ah e tal a vida é curta" e "eu não estou mesmo para perder tempo com esta coisa". Hoje já não sinto tanto isso. A verdade é que a vida é feita de coisas.
Acho que finalmente a serenidade e a aceitação habitam neste coração.
A minha alma ainda encontra uma certa paz no caos, no conflituoso, na oposição e nos confrontos que cruzam o meu caminho. Mas não podemos mudar tudo de uma vez, não é assim?
Hoje sei que não teria cometido os mesmos erros. Sim, eu sei, vocês também não. Mas acho que já estou bem comigo. Não estou bem com o facto de ter magoado ou desapontado os outros. Mas... estou bem. 
Estou viva, tenho amor, tenho fé, tenho paz e muitos aprendizados por fazer. Já aprendi muito e chorei muito. Chega de chorar. Agora quero é raios de Sol e Paz. Carinho e amor. Sem data e hora marcada. Quando for.
Seja quando for...
E a pergunta com que vos deixo depois disto tudo é... A vida dá-nos aquilo que nós merecemos? O que é que vocês acham?
Não querendo remoer o passado, se algo não foi nosso, talvez tenha sido porque não o merecemos naquele momento. Não estávamos preparados. E a vida encarrega-se de nos fornecer todas as lições de que necessitamos para que não falhemos uma segunda vez.
It's just a thought.
Bola pra frente.
Prometam-me que vão ser felizes. Que, por aqui eu vou tentar - sem forçar - e vou estar a torcer por todos vocês que estão desse lado e me lêem, por todos aqueles que também travam lutas como as minhas e outras certamente bem maiores. Sejam felizes. 
Nós VAMOS ser felizes.

Saldos III

Meninas, está na altura de ir à caça de pechinchas
Ainda se encontram alguns básicos a preços inacreditáveis.
Talvez já não valha a pena passarem pela MO, porque eu já levei os melhores. Brincadeirinha 😊

"Descarrilada"

Descarrilada (Trainwreck)

Conta-nos a história de Amy, uma mulher que apenas mantém relacionamentos casuais, sem apegos e/ou romance. Amy parece ter herdado essa característica do pai, que também foi um espírito livre no que toca a relacionamentos. Já a irmã de Amy - Kim - é completamente diferente. É casada e prepara-se para ter o primeiro filho (além do enteado que ajudou a criar) e não é tão próxima do seu pai como a irmã. A nível profissional as coisas parecem estar a correr bem para Amy... Mas nem tudo o que parece, é. Amy entra numa jornada de auto-descoberta e acaba por... descarrilar de vez. Mas a verdade é que, por vezes, precisamos descarrilar para encontrar o nosso trilho certo.

Imdb: 6.3

Primeiro do Ano! MOVIES :D

Missão Adolescência (Barely Lethal)

Conta a história de uma organização que recruta e treina jovens órfãs com o intuito de as transformar em assassinas profissionais.  Na verdade, quanto mais cedo as treinarem melhor, porque "ninguém suspeita de uma miúda". Mas a grande protagonista desta história é Megan, uma miúda sensível que não sente qualquer prazer em magoar os outros. Durante uma missão, Megan consegue uma oportunidade de escapar e conquistar uma vida... normal. Megan inscreve-se num programa de intercâmbio de estudantes e tem contacto, pela primeira vez na sua vida, com uma família. Megan experimenta todos os altos e baixos do Ensino Secundário: as rivalidades, os amores e desamores, as humilhações, a popularidade... Mas o seu antigo Chefe descobre que Megan não tinha verdadeiramente morrido e está determinado a resgatá-la. Assim como a sua inimiga, que não descansa enquanto não a eliminar.
Será que Megan conseguirá gerir a sua vida dupla? Será que conseguimos escapar àquilo que nos treinaram para ser? Será que há mais no mundo lá fora? Será o Mundo mais perigoso do que as missões de uma assassina profissional?
Apesar de ter muita ficção, conseguimos retirar valiosas lições sobre o valor da família, dos amigos e de uma vida que por vezes julgamos tão banal.
Espectacular!

Imdb: 5.3

Porquê ele? (Why Him?)

Não vou dizer muito sobre este filme. Vocês têm que ver, tão simples quanto isto. Têm mesmo que ver! Seja pelo James Franco, seja pela sinopse que já nos faz adivinhar a história hilariante que aí vem.
A história é sobre uma jovem estudante universitária - Steph - que tem um namorado bilionário e ainda não contou aos pais. Sucede que o seu namorado, além de bilionário (e gato), é muito muito excêntrico. E, um dia, conta ao futuro sogro (que não ia lá muito com a cara dele,..eheh) que vai pedir Steph em casamento... E o caos está instalado.
Hilariante é dizer pouco. A sério, vejaaaaaam!
Atenção: apesar de ser uma comédia o filme retrata muito bem os valores da honestidade, da família, do amor, da diferença e da aceitação.
Não sei se isto pode ser considerado spoiler, mas aqui vai. A grande mensagem para mim foi esta: por vezes devemos mesmo dar uma segunda oportunidade às pessoas porque desconhecemos a pureza e a grandiosidade do seu coração. Tudo isto e muito mais, com muito muito muito humor!

Imdb: 6.6


Beijinhos e tenham uma excelente semana.
O mais difícil já passou, 
já é quase terça-feira!☺

Os meus desejos para 2017

+ Fé
Maior Liberdade

Mais independência


Mais saúde

Deixar crescer o cabelo

Pintar mais vezes os lábios de vermelho

Ir ao cinema mais vezes

Maior estabilidade

Em 2016 houve dias em que me senti capaz de tudo - super-poderosa, invencível e pronta para conquistar o Mundo; noutros apenas queria desaparecer porque me sentia fisicamente mal e não conseguia lidar com aquelas dores durante mais um dia.

Saúde & Estabilidade;

Fazer boas escolhas

Seja com convicção profunda ou apenas guiada pela Fé.
Que as minhas escolhas em 2017 sejam o mais inspiradas e acertadas que for possível;


Que a combinação de todas estas coisas seja sentida como a mais pura Felicidade;

Quando não sentir Felicidade, que seja capaz de sentir a bênção que foi ter Deus a brindar-me com mais este aprendizado; e, quando não for capaz de sentir nem uma coisa, nem outra, que eu seja invadida  pela força e pela coragem que me conduzirão à Aceitação.

Que tudo seja aceite com a maior leveza possível.


Que a coragem me ajude a mudar tudo aquilo que careça de mudança;

E, apenas se restar tempo e se o meu coração estiver pronto, livre e leve;
Se O Capitão assim o entender;
Se eu o merecer;
E se for para ser vivido por inteiro...

Reserva-me muito Amor, verdadeiro.

Olhar para trás para seguir em frente

2016
Sobre as coisas más, e como que para nos libertamos da carga negativa que se abate sobre nós, já nós falamos todos os dias - melhor, desabafamos. 


de·sa·ba·far 


2. Dizer o que se sente, desafogar.
3. Respirar livremente, expandir-se.

Mas hoje não é dia para desabafos. Hoje é um dia de bênção e gratidão.
Por isso, sucintamente, escreverei sobre as coisas mais significativas para mim, ocorridas em 2016. Não espero que compreendam o significado que tiveram para mim, algumas delas podem ter-vos passado ao lado ou ser, de alguma forma, insignificantes, mas - a mim - tocaram-me de uma forma especial. Não vou falar aqui de amor, de paz, de família, de saúde - porque, por essas grandes coisas, todos nós estamos eternamente gratos. Aqui vai:

I love Paraisópolis

Pela bondade e pelos valores da Mari, acima de tudo;
Pela classe e inteligência da Margot;
Pela capacidade de mudança do Grego;
Pelas dandices da Danda;
Pelas loucuras e pela beleza da Soraya.
Por mostrar que o Amor é capaz de fazer frente a todas as crises e tempestades, que não olha a status nem berço, que o Amor é só e apenas Amor, em toda a sua imensidão.

Bruna Marquezine

Por provar que beleza e simplicidade combinam super bem.

The Vampire Diares

Por adoçar e encher de esperança o meu coração.
Por ser o meu vício bom.
Por me fazer companhia naqueles Sábados em que estava mais desmotivada.

A minha nova amiga

Pela sua paciência, persistência e alegria;
Por se lembrar de mim tantas vezes;
Pela excelente companhia.

A minha amiga mais antiga

Por ser a melhor amiga que alguém poderia ter;
Por me conhecer tão bem e me respeitar sempre, tal como sou;
Pelos conselhos tão bons;
Pelo verdadeiro companheirismo;
Pelo apoio e pelo carinho.

As aulas de Italiano

Por serem um sonho tornado realidade;
Por serem uma paixão;
Por me motivarem tanto, mas tanto,
Por me permitirem contactar com uma realidade nova e fascinante, que eu há muito queria conhecer.

A liberdade

Que eu julgava ter perdido e incrivelmente consegui recuperar.

O equilíbrio

Por ter alcançado um equilíbrio que eu não conhecia - dentro de mim e relativamente à minha Vida.


A aceitação

A frase que traduz tão bem o meu ano





A música que fez o meu coração bater mais forte e a minha alma encontrar alguma serenidade


Amanhã há mais*